19 abril 2013

Manuel Bandeira



    Manuel Carneiro de Souza Bandeira Filho queria ser um arquiteto, mas teve que abandonar o curso de arquitetura devido uma doença. Em 1910 entra em um curso de poesia da Academia Brasileira de Letras. Em 1917 publica seu primeiro livro: A cinza das horas, depois de um tempo começa a escrever crítica musical para a revista, além de trabalhar com outras coisas.
    Nasceu em 19 de Abril de 1886, filho de Manuel Carneiro de Souza Bandeira e de Francelina Ribeiro de Souza Bandeira. Morreu em 13 de Outubro de 1968.
    Ele escreveu vários livros de poesias e várias prosas, entre um deles temos A cinza das Horas - 1917 (como eu já havia citado), Estrela da tarde - 1960, título de poesias, digamos assim. E prosas temos Guia de Ouro Preto - 1938, Andorinha, Andorinha – 1966, e várias outras.
Um de seus poemas.

ARTE DE AMAR

Se queres sentir a felicidade de amar, esquece a tua alma.
A alma é que estraga o amor.
Só em Deus ela pode encontrar satisfação.
Não noutra alma.
Só em Deus - ou fora do mundo.
As almas são incomunicáveis.
Deixa o teu corpo entender-se com outro corpo.
Porque os corpos se entendem, mas as almas não.
Manuel Bandeira

Sim, Claro. Parabéns Manuel Bandeira. =)

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